D.com - Dicionário de comunicação social

Nosso Dicionário de Comunicação Social On-Line - D.Com tem a finalidade de acumular todas as terminologias úteis e jargões das áreas de jornalismo, publicidade e propaganda, relações públicas e comunicação social, além de neologismos que surgiram com o advento da internet e das novas tecnologias. Por isso, está em constante atualização e aprimoramento.

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Áudio Slideshow

Formato de reportagem do jornalismo online, composto por imagens estáticas, texto e áudio e é constituído pela produção de um conteúdo que funde as linguagens fotográfica, radiofônica, e textual, gerando uma nova linguagem, um modelo narrativo multimidiático particular. Sua estrutura foge da proposta por uma webreportagem tradicional marcada pelo hipertextualidade, e está mais próxima da narrativa radiofônica por ter o som como fio condutor da história. 

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Banco de Dados

Organização eletrônica de arquivos para fácil e rápida busca e recuperação. Redigir textos para banco de dados de acesso público ou interdisciplinar é um relativamente novo trabalho para jornalistas habilitados em conjunto com profissionais de ciências da computação. 

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Data Mining

Mineração de dados. Consiste em uma funcionalidade de um sistema que agrega e organiza dados, encontrando padrões, associações, mudanças e anomalias relevantes.É uma importante ferramenta que potencia a inovação e lucratividade. A expressão surgiu em 1990 em comunidades de bases de dado.  (click no título/link para ver a definição completa)

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Dimensões centrais da convergência jornalística

Salaverría (2003) sintetiza as quatro dimensões centrais da convergência jornalística: a empresarial, a tecnológica, a profissional e a comunicativa. 

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Empacotamento

Empacotar uma notícia significa receber um material produzido por uma agência de notícias conveniada, e mudar o título, a abertura, transformar alguns parágrafos em outra matéria para ser usada como link correlato, adicionar foto ou vídeo etc.

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Especial Multimídia

É uma webreportagem que utiliza elementos multimidiáticos (imagens, sons e texto) e permite que se navegue pela matéria, sendo também chamada de reportagem multimídia, narrativas multimídia, dentre outros. 

Para Raquel Longhi, "Especial Multimídia pode ser definido levando-se em conta dois aspectos principais: as características de sua linguagem e as características ligadas ao gênero de formato informativo. Sobre esse segundo aspecto, uma vez que podemos entender o especial multimídia como uma espécie de herdeiro da grande reportagem do impresso, e verificando o quadro classificatório proposto por Noci e Salaverría para os gêneros do webjornalismo, uma melhor classificação definiria o especial multimídia dentro da categoria “gêneros interpretativos”. Por outro lado, há que levar em conta que, dentro do que se entende por especial multimídia, aparecem formatos tão diversos como entrevistas, depoimentos, documentários, todos eles, classificáveis, segundo as teorias canônicas do jornalismo, como gêneros. Esses podem ser entendidos como “modelos textuais caracterizados por certas convenções estilísticas e retóricas”.

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Eyetrack

A pesquisa de estudos de usabilidade chamada de ‘Eyetrack’ (‘rastro’ ou ‘caminho’ do olho) estabeleceu um padrão com que os usuários percorrem a tela do computador, formando um “F” na tela. Ou seja, o eyetracking mostra que usuários lêem páginas na Web no padrão de formato “F”: dois traços horizontais e um vertical. O padrão dominante pela leitura é composta por 3 componentes.

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Fases do Jornalismo Digital

Na divisão dessas etapas, são consideradas somente as experiências de jornalismo on-line posteriores ao lançamento comercial da internet na primeira metade dos anos 90. Para outros pesquisadores, a prática do jornalismo on-line existe desde muito antes do lançamento desses projetos nos anos 90, remontando ao final dos anos 60 e metade dos anos 70 do século XX quando do lançamento dos serviços de videotexto e da criação de bancos de dados on-line por empresas nos EUA e em países como Inglaterra e na Europa". Machado

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Hipermídia

O conceito criado por Ted Nelson em 1960. São métodos de transmissão de textos, imagens, vídeos, animação e som, baseados em um computador. É a reunião de várias mídias num ambiente computacional, suportada por sistemas eletrônicos de comunicação. Diferentemente de multimídia, a hipermídia não é a mera reunião dos meios existentes, e sim a fusão desses meios a partir de elementos não-lineares. A forma mais comum de Hipermídia é o Hipertexto, no qual a informação é apresentada sob a forma de texto interativo. O usuário é capaz de ler de forma não linear, ou seja, ele escolhe entre o início, o meio ou o fim do conteúdo. É considerada uma extensão do Hipertexto que inclui, além de textos comuns, sons, animações e vídeos.

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Hipertexto

Tecnologia de recuperação de dados via computador que permite aos usuários fazer ligações entre informações através de uma variedade de vias e conexões. Os usuários podem organizar aleatoriamente a informação de um modo que esteja de acordo com as suas próprias necessidades.

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