D.com - Dicionário de comunicação social

Nosso Dicionário de Comunicação Social On-Line - D.Com tem a finalidade de acumular todas as terminologias úteis e jargões das áreas de jornalismo, publicidade e propaganda, relações públicas e comunicação social, além de neologismos que surgiram com o advento da internet e das novas tecnologias. Por isso, está em constante atualização e aprimoramento.

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Abordagem dos Usos e Gratificações

A partir da Teoria Funcional foi desenvolvido o estudo com a ideia de uma "leitura negociada" na qual o receptor passa a ser agente na interpretação das mensagens midiáticas. As mensagens são desfrutadas e adaptadas à realidade do receptor, de acordo com sua motivações. A mensagem deve ter uma função, estando inclusive ligada ao contexto socioeconômico da audiência, sendo necessário suprir as necessidades do indivíduo. São elas: necessidade de integração em nível social, cognitivas, afetivas e estéticas e evasão.

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Abordagem Empírica de Campo

Abordagem Empírica de Campo (Efeitos Limitados) - Trata da Influência que flui nos relacionamentos comunitários. Two Step Flow Communication - destaca a importância dos formadores de opinião comunitários como construtores de opinião pública em pequena escala. É determinado pela mediação que os líderes de opinião desenvolvem entre a mídia e outros indivíduos do grupo.

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Abordagem Empírico Experimental

A abordagem Empírico Experimental  estudava a intervenção de fatores individuais e subjetivos (psicológicos), com fins persuasivos. Foram determinados diversos fatores ligados à audiência e a mensagem que prenderiam ou não o interesse do receptor sobre a mensagem, entre eles: Motivação, Exposição, Seletiva, Percepção Seletiva, Memorização Seletiva, Efeito Latente entre outras.

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Ação Comunicativa

Teoria desenvolvida pelo filósofo e sociólogo da Escola de Frankfurt, Jürgen Habermas. Nela, Habermas introduz o conceito de razão comunicativa, contrapondo-se à ideia de que a razão instrumental constitua a própria racionalização da sociedade ou o único padrão de racionalização possível.



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Ação Comunicativa

Ação comunicativa é um conceito que deve ser compreendido em consonância com a razão comunicativa. Ambos são fruto da formulação teórica do filósofo e sociólogo alemão Jürgen Habermas, herdeiro da Escola de Frankfurt, cujo objetivo foi o de afastar-se da concepção de razão técnica para retomar o conceito de razão em sua potencialidade humanista e civilizadora do projeto Iluminista.

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Ação Comunicativa

Teoria desenvolvida pelo filósofo e sociólogo da Escola de Frankfurt, Jürgen Habermas. Nela, Habermas introduz o conceito de razão comunicativa, contrapondo-se à ideia de que a razão instrumental constitua a própria racionalização da sociedade ou o único padrão de racionalização possível. A ação comunicativa é uma ação social coordenada por meio de uma perspectiva comunicativa, constituindo uma práxis comunicativa. A Teoria do Agir Comunicativo se desenvolveu na social-democracia do chamado Estado do bem-estar.


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Ação Cultural

Está vinculada à noção de política cultural, como conjunto de ações coordenadas, a partir de determinados objetivos e finalidades que o Estado ou uma instituição, pública ou privada, desenvolvem para promover o acesso a bens culturais. 

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Ação Cultural

Conceito de cultura como obra produzida por alguns para ser difundida, preservada e tornar-se conhecida por outros. Termo vinculado à noção de política cultural (conjunto de ações coordenadas, a partir de determinados objetivos e finalidades que o Estado ou uma instituição, pública ou privada, desenvolvem para promover o acesso a bens culturais).  

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Acessibilidade

Na área da comunicação, a acessibilidade digital é interpretada como “a capacidade de um produto ser flexível o suficiente para atender às necessidades e preferências do maior número possível de pessoas, além de ser compatível com tecnologias assistivas usadas por pessoas com necessidades especiais”. (DIAS, 2003)

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Acontecimento

Matéria fundamental para a produção midiática. Conceito no qual se articulam múltiplas conjunções sociais: de caráter epistemológico, linguístico e temporal. Pode-se falar em acontecimentos midiáticos, memoráveis ou históricos. Contudo, nem todo acontecimento é objeto da mídia, assim como nem todo acontecimento midiático se torna emblemático ou histórico.

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